Não existe um valor único. Para uma locadora, o custo diário da máquina parada é a soma dos custos que continuam correndo mesmo sem contrato, dividida pelos dias do mês: depreciação, juros ou custo do capital, seguro, espaço no pátio e a parcela das despesas fixas atribuída ao equipamento. Custos ligados ao uso, como combustível e desgaste durante a operação, ficam fora dessa conta.
Exemplo: se esses custos somam R$ 3.000 por mês, a máquina parada custa cerca de R$ 100 por dia corrido. Se ela poderia ter sido alugada nesse dia, há também receita potencial não realizada; essa receita não deve ser somada como se fosse uma despesa paga.
Imaginando uma plataforma elevatória tesoura, adquirida por R$ 30 mil em 2026 e locação a R$ 500. Pode-se estimar o custo de mantê-la parada entre R$ 25 e R$ 40 por dia corrido, com estas hipóteses:
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Parcela |
Exemplo de cálculo |
Custo por dia |
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Perda de valor |
Compra por R$ 30 mil, revenda por R$ 10 mil após 5 anos |
R$ 11 |
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Capital investido |
10% ao ano sobre R$ 30 mil |
R$ 8 |
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Seguro, pátio e despesas fixas |
R$ 180 a R$ 600 por mês |
R$ 6 a R$ 20 |
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Total aproximado |
R$ 25 a R$ 39 |
Esses valores são hipóteses para fazer a conta, não despesas apuradas da máquina. A locação deve cobrir também manutenção ligada ao uso, transporte, tributos e lucro; a taxa de ocupação influencia quantos dias faturados terão de pagar esses custos.
Se havia um cliente disposto a alugá-la naquele dia e ela ficou parada, você também deixou de faturar R$ 500. Isso é receita potencial perdida, não um custo adicional de R$ 500: para saber o lucro perdido, é preciso descontar os gastos que aquela locação teria gerado.
Fonte: ChatGPT












